Cada carinho se perde entre pensar e fazer
Cada nota se esconde e se desespera no meu coração
E o resumo das tais ondas frenéticas do pensamento
É você
A força inexplicável, que me faz tragar da dor a vontade.
É você
Mostrando postagens com marcador vida e poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vida e poesia. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
estranho
Sua estranheza ainda não lhe era familiar, apesar do tempo que a ostentava... Sendo assim, ela se limitava a sonhar, fechava os olhos à espera de mais um dia de mentiras e erros começar.
Boa noite.
Boa noite.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
until
E se fossemos além, talvez um passo à frente?
E se fossemos mais fundo, um pouco abaixo de onde já estivemos?
E se olhássemos além do que vemos, apenas alguns segundos, olhos nos olhos, encarando aquele olhar que evitamos?
E se...
E se fossemos mais fundo, um pouco abaixo de onde já estivemos?
E se olhássemos além do que vemos, apenas alguns segundos, olhos nos olhos, encarando aquele olhar que evitamos?
E se...
domingo, 16 de outubro de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Dilema
Para que eu possa viver nesse mundo, preciso aniquilar a fera que me domina.
Mas se eu exterminá-la, o meu mundo morrerá!
Mas se eu exterminá-la, o meu mundo morrerá!
quinta-feira, 14 de abril de 2011
obra de arte
Com variações de cinza pinto este quadro,
quadro este que não representa dor, nem alegria,
quadro este que não traz felicidade, nem tristeza...
Vivendo em uma dimensão onde as palavra não me definem.
Às vezes tenho vontade de dizer tudo que sinto, tudo que penso
- mas, na maioria das vezes, eu só penso.
Tons de cinza em meio a borrões coloridos
(não compreendidos)
que representam o abstrato sublime de uma obra única
minha vida - minha obra de arte.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
melanciO
Lá vem ela.
Toda, toda...
Sacolejando o seu rabo.
(Exibindo seus encantos!)
E sob a saia esfarrapada, segue ela,
balançando, sua brecha engraxada.
Atrás dela, seguem eles...
Todos com cara de babaca.
Primeiro um, depois o outro.
Cada um, uma cafungada.
Visualizando essa cena,
(Pra lá de inusitada)
Sigo, eu, o meu caminho.
Ainda intrigada,
pergunto a um menininho,
o nome da felizarda:
'Melancia', disse ele.
E não foi preciso
que dissesse mais nada.
Toda, toda...
Sacolejando o seu rabo.
(Exibindo seus encantos!)
E sob a saia esfarrapada, segue ela,
balançando, sua brecha engraxada.
Atrás dela, seguem eles...
Todos com cara de babaca.
Primeiro um, depois o outro.
Cada um, uma cafungada.
Visualizando essa cena,
(Pra lá de inusitada)
Sigo, eu, o meu caminho.
Ainda intrigada,
pergunto a um menininho,
o nome da felizarda:
'Melancia', disse ele.
E não foi preciso
que dissesse mais nada.
sexta-feira, 21 de março de 2008
sol de outono
Letras escorregadias
da poesia fugidia
nas cores falidas de um arco-íris.
Visto vazios de cores
deságuo sussurros
em cascatas de beijos
tento aquecer este verão cinza.
Sigo as pegadas do Sol deste outono
os sons da serenata de amor de Chopin
dispo os cinzentos dias
destravo-me,
rasgo-me em mil poemas
esparramando sonhos nas estrelas.
da poesia fugidia
nas cores falidas de um arco-íris.
Visto vazios de cores
deságuo sussurros
em cascatas de beijos
tento aquecer este verão cinza.
Sigo as pegadas do Sol deste outono
os sons da serenata de amor de Chopin
dispo os cinzentos dias
destravo-me,
rasgo-me em mil poemas
esparramando sonhos nas estrelas.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
pensamentos vazios
Papéis na lixeira
Canetas falhadas
Rascunhos vazios
Orações inexatas
Sentidos proibidos
Autoria adulterada
Palavras
O que faço com as suas
Palavras
Foi tudo o que restou
Promessas
Por que não cumprir-las
Palavras
Promessas
Amor?
Não faço jus a sua aquarela
Já nem lembro qual a cor
Daquele seu cheiro doce
Já nem lembro o sabor
Ficou a ferida exposta
Lágrimas na manga
Cartas sobre a mesa
Riu por último, quem riu melhor ...
Palavras
O que faço com as suas
Palavras
Foi tudo o que restou
Promessas
Por que não cumprir-las
Palavras
Promessas
Foi tudo que restou.
Preciso de um minuto
Preciso de um sorriso
Preciso de um sorriso
Preciso olhar em seus olhos
Ver que nada mudou
Te ter de novo em meus braços
Te chamar de "meu amor"
Ver que nada mudou
Te ter de novo em meus braços
Te chamar de "meu amor"
Confundir suas palavras
Ouvir suas promessas
Ver que nada mudou.
Palavras
O que faço com as suas
(sem você)
Promessas
foi tudo o que restou
Palavras
Promessas
dor.
domingo, 23 de setembro de 2007
cirrótica
Vovô morreu de cirrose.
Mamãe teve cirrose.
O namorado da tia,
o tio, está com cirrose...
A tia provavelmente terá cirrose.
Ébria sobriedade.
Sóbria embriaguez.
Mamãe teve cirrose.
O namorado da tia,
o tio, está com cirrose...
A tia provavelmente terá cirrose.
Ébria sobriedade.
Sóbria embriaguez.
domingo, 29 de julho de 2007
quinta-feira, 31 de maio de 2007
viva-o
a falta que você faz
acostumei a mentir
dizendo sempre
"Não é nada demais"
Alguns dizem pra eu te esquecer
procurar alguém de verdade
presente
aqui
ao meu lado...
Dizem que é loucura
essa paixão desembestada
cheia de sonhos e segredos
Ignoro suas palavras
Ignoro meus medos
Ignoro-lhes
Indagam-me sobre um tempo
pra viver a vida
curtir minha juventude
amar com mil amantes
conhecer terras distantes
depois dizer
"Adeus"
Quero que você saiba
quero que eles saibam
(mas, por favor, não me contem, sim?)
mal sabemos nós que esse tempo existe
deixei-o aí
para que o viva por mim.
Me espera.
Me espera.
terça-feira, 15 de maio de 2007
quando?
Habita em mim uma tristeza odiosa.
Tristeza vaga... Latente!
(Sem objetivos)
Uma tristeza indizível,
indecisa... (medrosa!)
Tô perdida.
Não existe nenhuma luz de esperança...
Minhas desilusões que fugiram,
nunca hão de voltar.
Quero fugir desse mundo da logística;
da estampa;
da humilhação.
Quero que se dane o mundo
com todo sarcasmo
oriundo do meu coração.
Quero morrer!!
Cadê minha esperança?!
... esvaiu-se.
Cadê meu talento?!
... consumiu-se.
Tô perdida.
Perdida na amplidão.
Como já dizia o poeta:
"Minha alma é como o deserto
por onde o romeiro incerto
procura uma sombra em vão;
É como uma ilha maldita
que sobre vagas palpita
queimada por um vulcão."
Que maldita tristeza...
Abstrata
de não sei onde;
de não sei quando nem como.
Como a minha alma;
magoada;
mística;
doce.
Tristeza imponderável,
torturante,
formidável...
Anda em mim sortunamente
fico nela meditando...
Por tudo,
em toda parte sonhando,
chorando,
como ave sem rumo.
O céu é todo trevas;
o vento uiva...
Quero morrer!
Não é crime...
Tudo, tudo, finando...
Quando será a minha vez?!
Tristeza vaga... Latente!
(Sem objetivos)
Uma tristeza indizível,
indecisa... (medrosa!)
Tô perdida.
Não existe nenhuma luz de esperança...
Minhas desilusões que fugiram,
nunca hão de voltar.
Quero fugir desse mundo da logística;
da estampa;
da humilhação.
Quero que se dane o mundo
com todo sarcasmo
oriundo do meu coração.
Quero morrer!!
Cadê minha esperança?!
... esvaiu-se.
Cadê meu talento?!
... consumiu-se.
Tô perdida.
Perdida na amplidão.
Como já dizia o poeta:
"Minha alma é como o deserto
por onde o romeiro incerto
procura uma sombra em vão;
É como uma ilha maldita
que sobre vagas palpita
queimada por um vulcão."
Que maldita tristeza...
Abstrata
de não sei onde;
de não sei quando nem como.
Como a minha alma;
magoada;
mística;
doce.
Tristeza imponderável,
torturante,
formidável...
Anda em mim sortunamente
fico nela meditando...
Por tudo,
em toda parte sonhando,
chorando,
como ave sem rumo.
O céu é todo trevas;
o vento uiva...
Quero morrer!
Não é crime...
Tudo, tudo, finando...
Quando será a minha vez?!
terça-feira, 8 de maio de 2007
bem-te-vi
Bem-te-vi ali sorrindo.
Bem-te-vi e ali chorei.
Bem-te-vi e ali chorei.
Bem-me-viu ali sonhando.
Bem-me-viu dali partindo.
... bem-te-vi e te deixei.
segunda-feira, 30 de abril de 2007
triste canário
estranhamente doce é o meu sonhar.
Olhando estrelas que muito brilham,
brincando,
refletidas em passageiras nuvens no ar.
São horas de silêncio meditando sobre o amor...
Ouço suspiros ao longe cheios de mágoa e dor!
O choro de um solitário,
como triste canário,
isolado em seu tormento...
Afastado do seu amor.
sexta-feira, 13 de abril de 2007
silêncio
um sorriso curioso
o olhar rápido
o toque seguro
passou
insatisfação
por que ela?
lembrou-se do que ouvira na missa
-"Não tentarás o senhor teu Deus."
calou
calou
ficou ali sentada
em silêncio
entre os dedos
o novo brinquedo
chorou
descobriu que
para as malditas verdades silenciosas
não é preciso ter um ouvido são
basta um coração aberto
o dela é aberto
ainda não inventaram um aparelho que o feche.
Assinar:
Postagens (Atom)